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Mostrando postagens de setembro, 2025

Profundezas desconhacidas.

       (...) E então, ele driblava com seu cavalo o gigante guardião que vigilante se colocava à frente da entrada daquela cúpula branca. Era uma clara manhã de verão, mas as luzes naturais foram se enfraquecendo gradativamente, e o herói, agradecendo, despediu-se de Ásirus. Estava novamente sozinho; agora bastava apenas acionar o redondo elevador para descer rumo ao inexplorado. Era como que dia de folga para o homem, e as incursões e estratégias feitas à terra não evidenciavam qualquer presença dracônica. Seguiu em paz, contando, já em enfado, os minutos de descida.      Foi exatamente por isso que deixei esse lugar intocado até agora. Com toda a certeza dos Deuses o amigo da corte iria enxergar diferença nessas mesmas e chatas pedras que alicerçam a parede dessa gruta...      Conservar consigo as roupas de seu povo de origem era como questão de honra para o cavaleiro. Aquilo unia para ele tanto proteção quanto símbo...