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A primeira crônica.

        — Mas que calor é esse! Será que existe vida após 3.020?      O mês era junho. As folhas caíam... mas a temperatura não diminuía. Ao olhar para trás, o estudante percebeu que, no começo da estação, provavelmente entre os dias vinte e cinco e trinta de março, dissera similar expressão. Porém, já passava da hora de o tempo mudar... E realmente notavam-se novos ares, mas não os naturais e esperados por toda a população.      As emergências e os impactos crescentes também castigavam todos os outros países, sem exceção. Os primeiros a captarem tais presságios foram os animais, ocasionando um fluxo migratório contínuo e desordenado para regiões atípicas do mundo. Tempos depois, algumas áreas que persistiam em permanecer geladas derretiam-se cada vez mais, reforçando as falas de especialistas e, enfim, amedrontando (ainda que por consequência direta do dinheiro e do “desmatamento natural”) até os mais poderosos e céticos. ...

Eu não sei, só sei que foi assim...

  Botando já essa carroça na frente dos bois, obrigado pela audiência! O que lerão hoje pode ser um primeiro capítulo de uma novela, que dei o titulo de "Eu não sei, só sei que foi assim".  Não são capítulos para seguir uma sequência e você encontrará aqui textos independentes (com início, meio e fim no próprio texto) e um material de leitura ágil, que visa explicar algo pelas mais variadas variantes que variam por entre várias variedades. Entretenimento sem compromisso! Ps: nesse texto em específico você encontrará um linguajar mais coloquial e sem muita rigidez gramatical. Mas, como diz o outro, o importante é comunicar. E "não sei, só sei que foi assim". O cabrito que virou bode.      Era junho de 1970 no interior das Minas Gerais, no distrito de São Bernardo das Águas Verdes, que pertencia ao município de José Olímpio dos Lobos, onde nem todos possuíam energia elétrica...    -Ernesto, dispois du sirviço quero que t...