É... um banco, ou mais uma caverna?
Capítulo 5 Assim que entramos, a paisagem aberta e os ares altos da Escócia desapareceram! E... a pior verdade era aquela: tudo era real e palpável ali; não era nada ilusão. (2) Tateava bobamente a parede sólida de pedras buscando o botão de fazer tudo sumir, mas o desencontrado italiano já se direcionava para o lado oposto, em completa pose de alguém 100% no controle da situação e que sabia exatamente o que foi fazer ali. (3) — Professor, cuidado! Você vai tropeçar nesse balcão. — Não, ele não iria... Mesmo porque aquilo era totalmente visível para nós; e como disse, o velho sabia exatamente o que estava fazendo. Mas foi engraçado a ironia pra mim. Lá vamos nós de novo...! (3) — Olá. Desculpe-me interromper vosso sono, senhor Duende. — Ele parou à frente do móvel, e foi então que observei uma figura pequena tirando um cochilo sobre um livro aberto. Deveria ser um atendent...