Apolo Volman nas Terras Mágicas.
Prólogo A vista de Londres, na Inglaterra, era linda aquela manhã. Sabia, com um certo receio ainda, que o que seria entendido por normal para mim estava prestes a mudar. A começar, teria de abandonar meu medo de altura e entrar em uma carruagem que voava comandada por Ernesto, nosso cocheiro, e por sabe-se mais o quê... pois rédeas indicavam que o tal veículo era puxado por animais, mas que estavam invisíveis para mim. Não sabia se eram cavalos, pássaros, ou qualquer outra espécie ainda desconhecida. Despedindo de minha normalidade e olhando vez ou outra para o vazio à frente, eu com certeza não queria saber do que se tratavam... (7) — Ah, estas coisas de trouxas sempre me emocio...