O primeiro grande impasse mágico.
Capítulo 3 — Reparo! — o professor, encarando o objetivo em arquitetura gótica como a coisa mais banal e normal do mundo, apontou sua varinha para as ondas logo abaixo. Eu sabia o que o feitiço iria fazer (o nome era quase autoexplicativo para quem conhecia Latim ou Português-Brasileiro). Aquilo me recordava lições e fiquei na expectativa, tentando, pela admiração da destreza do bruxo, distanciar o nó que me embrulhava o estômago daquele prenúncio de certeza sobre o meu futuro. No entanto, menos mal. Nada aconteceu! Talvez fora um engano nós termos chegado ali. Já me preparava, como podia, para voltar! (7) E lá ia eu mais tranquilo e feliz. Mas... mesmo que fosse fácil para mim usar o spongfy, e na minha imaginação pensava eu ser aquela caminhada “apenas mais um desafio” (que poderia muito bem ser, dadas às loucas e medonhas lições de Fig), o italiano não andava! Ficava estático, sozinho a observar curioso aquela cena tal qual...