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  Olá. Bem-vindo / Bem-vinda! Yoroshiku (JP) • You're welcome (ING) Você que já me acompanha, ou você que acaba de escanear o QR Code aqui no evento da  Promuse , caiu direto no meu universo particular. Eu sou o Davi, formado em Letras pela UFMG e, acima de tudo, criador de mundos nas horas vagas. Histórias, personagens, e gêneros para todos os gostos! Embarque em minhas ideias mais loucas, mistérios e experimentos de escrita. Apertem os cintos! Já estamos preparados para partir? 🌟 Mapa da mina do roteirizarddf 🌟    🔮 1. Para quem curte Magia e Mistério: Se você gosta de feitiços, enigmas mágicos e aquele clima de descoberta, comece pelo "Personagens Nas Terras Mágicas". Tem paisagens e criaturas surreais, varinhas, e aquele toque clássico e excêntrico que a comunidade bruxa adora! 🗺️ ➡️ https://roteirizarddf.blogspot.com/2026/01/apolo-volman-nas-terras-magicas.html Fanfic inspirada no jogo Hogwarts Legacy.    🐉 2. Para quem curte estét...

Uma casa. Mas quem viveu aqui?

  Capítulo 4      Admito que, se tivéssemos mais tempo, pararia incontáveis vezes durante aquele reto trajeto de 14 metros. Já não era novidade para nós dois o meu gradativo medo, que crescia diretamente proporcional à minha vontade de ir embora dali, para nunca mais voltar. Mas, o estrago já tinha sido feito. Andando e pensando, bobamente respirava do ar puro, e na minha mais perfeita inocência, maravilhava-me com tudo como se fosse uma criança a descobrir o mundo. Será que os bruxos tinham algo para fazer fulano não pensar, agindo só no automático? (7)      Sentimentos podem nos atrair tanto para caminhos bons quanto para ruins. E... talvez a pior das sensações eu senti justamente naquele instante: olhando para trás e não mais encontrando a ponte (que, claro , sabia que iria se desmaterializar). Foi desesperador! (3)      — Apolo Volman... — Ihhh... o velho já ia me reposicionar. Mesmo porque, só nos restava seguir em fre...

O primeiro grande impasse mágico.

Capítulo 3        — Reparo! — o professor, encarando o objetivo em arquitetura gótica como a coisa mais banal e normal do mundo, apontou sua varinha para as ondas logo abaixo. Eu sabia o que o feitiço iria fazer (o nome era quase autoexplicativo para quem conhecia Latim ou Português-Brasileiro). Aquilo me recordava lições e fiquei na expectativa, tentando, pela admiração da destreza do bruxo, distanciar o nó que me embrulhava o estômago daquele prenúncio de certeza sobre o meu futuro. No entanto, menos mal. Nada aconteceu! Talvez fora um engano nós termos chegado ali. Já me preparava, como podia, para voltar! (7)      E lá ia eu mais tranquilo e feliz. Mas... mesmo que fosse fácil para mim usar o spongfy, e na minha imaginação pensava eu ser aquela caminhada “apenas mais um desafio” (que poderia muito bem ser, dadas às loucas e medonhas lições de Fig), o italiano não andava! Ficava estático, sozinho a observar curioso aquela cena tal qual...

Isso é... magia!?

Capítulo 2       Duas coisas: primeiro, Eleazar Fig escorregou por instinto pelo pequeno amontado de terra que se escondia atrás da porta congelada; e, segundo, talvez uma motivação mágica ou invisível o fizera executar a ação. Eu não sei... coisas bobas de magos tolos... (3)      — Vamos Apolo? — Nem percebi quando o italiano me chamou. Era muita coisa para se digerir em pouco tempo. Não sei se persistia ainda em retornar, contando, claro, apenas comigo mesmo e com a varinha de treinamento; talvez fosse melhor distanciar de minha mente a curiosidade juvenil em explorar, até porque já podia prever consequências bizarras do mundo da magia sem qualquer lógica; fiquei sobremaneira espantado ao ver que ansiava por voltar à escola como estudante normal, o que tão assustadoramente me pegou de surpresa; ... Sentia frio, pensava, estancava-me como petrificus totalus. Porém, após muita paciência do professor, resolvi dar-lhe um voto de confiança. (8)  ...

O limiar da caverna.

  Capítulo 1      — Chamava-me Azarus Figneus... — disse, com uma respiração fraca e pausada, após apressadamente se recuperar e olhar ao redor sem observar nada em específico. — Ah! Quase ia me esquecendo Apolo. Beba isto, vai se sentir melhor. (3)      Aterrizaram às pressas em uma superfície fria e rochosa, mas o impacto foi amenizado pela chave de portal, que os manteve suspensos no ar, como se o próprio espaço retardasse a queda. O corpo do jovem aprendiz estava esticado e seus músculos doíam. O peso do mundo parecia imobilizá-lo. (4)      Seus olhos requereram também um tempo a mais para abrir e perceberem melhor onde estavam. A seu ritmo, esticou os braços ainda trêmulos e com dores. Contudo, deteve-se. Via nos olhos do professor que era o amigo quem necessitava de maior ajuda. (3)       — É bastante eficaz para curar feridas físicas, nós a chamamos de poção winggenweld. O nome pode parec...

A carruagem voadora.

Prólogo      A vista de Londres, na Inglaterra, era linda aquela manhã. Sabia, com um certo receio ainda, que o que seria entendido por normal para mim estava prestes a mudar. A começar, teria de abandonar meu medo de altura e entrar em uma carruagem que voava comandada por Ernesto, nosso cocheiro, e por sabe-se mais o quê... pois rédeas indicavam que o tal veículo era puxado por animais, mas que estavam invisíveis para mim. Não sabia se eram cavalos, pássaros, ou qualquer outra espécie ainda desconhecida. Despedindo de minha normalidade e olhando vez ou outra para o vazio à frente, eu com certeza não queria saber do que se tratavam... (7)      — Ah, estas coisas de trouxas sempre me emocionam... — Eleazar Fig, meu simpático e paciente tutor, falava com sua voz rouca e postura imponente de mago reconhecido pelo ministério. Tranquilo, sem varinha nas mãos, ele gesticulava bastante e parecia pressentir algo no ar com seu nariz aquilino, típicos traços ...