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  Olá. Bem-vindo / Bem-vinda! Yoroshiku (JP) • You're welcome (ING) Você que me acompanha aí pelas voltas da vida ou você que escaneou o QR code em algum evento, é um prazer estar contigo em  meu universo particular. Eu sou o Davi, formado em Letras pela UFMG e, acima de tudo, criador de mundos nas horas vagas. Histórias, personagens, e gêneros para todos os gostos! Embarque em minhas ideias mais loucas, mistérios e experimentos de escrita. Apertem os cintos! Já estamos preparados para partir? 🌟 Mapa da mina do roteirizarddf 🌟    🔮 1. Para quem curte Magia e Mistério: Se você gosta de feitiços, enigmas mágicos e aquele clima de descoberta, comece pelo "Personagens Nas Terras Mágicas". Tem paisagens e criaturas surreais, varinhas, e aquele toque clássico e excêntrico que a comunidade bruxa adora! 🗺️ ➡️ https://roteirizarddf.blogspot.com/2026/01/apolo-volman-nas-terras-magicas.html Fanfic inspirada no jogo Hogwarts Legacy.    🐉 2. Pa...

Qual será a música? - versão resumo

  O Brasil que eu quero para o presente é um Brasil que se lembre de seu passado, valorize sua cultura e reconheça a riqueza de seu povo. Um Brasil com S, de brasilidade, de brasilessencial e de brasilossapiente. O primeiro termo representa o conjunto de características culturais, históricas, sociais e simbólicas que constroem nossa identidade. Significados estes complementados pelo segundo, evocando essências únicas de nosso povo e as múltiplas vozes e identidades que formam nossa nação. O último neologismo é uma criação autoral que une o significante brasil ao latino  sapiens , relacionado à sabedoria e ao discernimento. Brinco com as letras e os sons, inclusive com a forma circular da vogal O, que pode simbolizar a coletividade e englobar as diferentes identidades brasileiras. Sob uma perspectiva semiótica, essa escolha também nos faz refletir sobre como os símbolos podem transmitir diferentes ideias. Afinal, conhecimentos, palavras e acontecimentos estão interligados. A...

Qual será a música?

       O Brasil que eu quero para o presente é um Brasil onde as pessoas se lembrem do que aconteceu no verão passado. Não um Brasil com Z onde entram estrangeirismos, mas um Brasil com S — de brasilidade, de brasilessencial, de brasilossapiente. O primeiro termo, que aparece vez ou outra na Literatura, diz sobre o conjunto de características culturais, históricas, sociais e simbólicas associadas ao nosso país e à nossa gente. Ele resume, pelo harmonioso conjunto de letras e sons, as suas manifestações culturais, modos e jeitos de falar, tradições, diversidade e as infinitas formas de expressão que ajudam a construir a identidade brasileira. Seguindo os passos desta dança, valorizamos as nossas cores locais, preservando o que faz desta nação algo essencial. O som criado por ditas características culturais, históricas, sociais e simbólicas se amplia pelas essências únicas de nosso povo, somando vozes e identidades que, ao longo de nosso desenvolvimento, não convé...

Segure minha mão!

  Capítulo 6      — Ah! É bom voltar e ver que está tudo em ordem. — Como o primeiro a entrar, meu professor pareceu se esquecer de mim, e falava olhando ao redor. — Jamais esqueça disso, bruxo aprendiz: “quem guarda sempre tem”. Com todas essas coisas à disposição, é tentador esquecermos disso e termos a ilusão da “não-necessidade” futura. Mas... — E foi assim que se dirigiu novamente à minha pessoa, aproveitando do curto espaço físico para extrair mais uma chata lição. Quem dera só observasse, e, como parecia, tivesse se esquecido de mim! — Recursos mágicos costumam custar um pouco mais do que objetos de trouxas. É mais aconselhável reservar um estoque de segurança. (8)      Olhei ao redor e fiquei até meio zonzo. Realmente, as prateleiras estavam cheias de coisas e pude notar algumas pilhas nas quais estavam separadas moedas de ouro, prata e bronze. Ok! O cara era do ministério e tal... mas não imaginava que... (3)   ...

É... um banco, ou mais uma caverna?

  Capítulo 5      Assim que entramos, a paisagem aberta e os ares altos da Escócia desapareceram! E... a pior verdade era aquela: tudo era real e palpável ali; não era nada ilusão. (2)      Tateava bobamente a parede sólida de pedras buscando o botão de fazer tudo sumir, mas o desencontrado italiano já se direcionava para o lado oposto, em completa pose de alguém 100% no controle da situação e que sabia exatamente o que foi fazer ali. (3)      — Professor, cuidado! Você vai tropeçar nesse balcão. — Não, ele não iria... Mesmo porque aquilo era totalmente visível para nós; e como disse, o velho sabia exatamente o que estava fazendo. Mas foi engraçado a ironia pra mim. Lá vamos nós de novo...! (3)      — Olá. Desculpe-me interromper vosso sono, senhor Duende. — Ele parou à frente do móvel, e foi então que observei uma figura pequena tirando um cochilo sobre um livro aberto. Deveria ser um atendent...