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A saga do anel.

     Olá, meu nome é Davi, e é uma alegria te receber novamente no meu blog roteirizarddf . O que você vai ler hoje aqui é mais um texto (claro, é um site de textos ué, kk); mas não um escrito comum tipo ensaio, artigo, história, crônica, poema. Fico ainda muito com o pé atrás em publicar isso, mas vejo que toda essa aventura tem relação com minha vida particular, com os desafios e conquistas que desejo que as palavras me concederão, e explica muitas coisas sobre como é o meu jeito de pensar e escrever hoje em dia.      Então, quem acompanhou um story meu no instagram agora sabe que eu estou persistindo na conquista do Anel Ilusório Dos Exaltados , que no jogo de playstation Dark Souls II deixa a arma da mão direita invisível. Para tanto, terei de cruzar os arredores de Drangleic, abarcar algumas muitas almas em meu personagem, abrir as portas da esperança novamente... tudo sem sentar em uma só fogueira! — que é o checkpoint do jogo, o qual você ...

A primeira crônica.

  A primeira crônica.         — Mas que calor é esse! Será que existe vida após 3.020?      O mês era junho. As folhas caíam... mas a temperatura não diminuía. Ao olhar para trás, o estudante percebeu que, no começo da estação, provavelmente entre os dias vinte e cinco e trinta de março, dissera similar expressão. Porém, já passava da hora de o tempo mudar... E realmente notavam-se novos ares, mas não os naturais e esperados por toda a população.      As emergências e os impactos crescentes também castigavam todos os outros países, sem exceção. Os primeiros a captarem tais presságios foram os animais, ocasionando um fluxo migratório contínuo e desordenado para regiões atípicas do mundo. Tempos depois, algumas áreas que persistiam em permanecer geladas derretiam-se cada vez mais, reforçando as falas de especialistas e, enfim, amedrontando (ainda que por consequência direta do dinheiro e do “desmatamento natural”) até ...

Avalanche!

       — Caso abras o bico, ou ouses, de mesma forma, colocar isso em alguma composição por aí, não duvides tu de que saberei. Reluto-me, mas, devido ao contexto e ao passado, espero poder contar com a tua discrição.      O cavaleiro estava à casa do homenzinho petulante, e à sequência iria confiar-lhe um fato que lhe ocorrera em uma de suas andanças, especificamente no estreito gelado entre o memorável cenário outonal e as terras de ventos e espirais mais fortes que serviriam de morada para dois dragões deveras antigos, tão enigmáticos e divinos que suas existências oscilavam, para muitos, entre a dúvida e o medo. Ninguém em sã consciência cogitava ir para lá, e os heróis que tentavam desobedecer a ordem do destino ponderavam de última hora os agraves e as recompensas da viagem, preferindo ficar à segurança de suas lutas já conhecidas. O cavaleiro não era de traçar paralelos, mas via o mapa até a casa do circense como um de seus “desafios...

Profundezas desconhacidas.

       (...) E então, ele driblava com seu cavalo o gigante guardião que vigilante se colocava à frente da entrada daquela cúpula branca. Era uma clara manhã de verão, mas as luzes naturais foram se enfraquecendo gradativamente, e o herói, agradecendo, despediu-se de Ásirus. Estava novamente sozinho; agora bastava apenas acionar o redondo elevador para descer rumo ao inexplorado. Era como que dia de folga para o homem, e as incursões e estratégias feitas à terra não evidenciavam qualquer presença dracônica. Seguiu em paz, contando, já em enfado, os minutos de descida.      Foi exatamente por isso que deixei esse lugar intocado até agora. Com toda a certeza dos Deuses o amigo da corte iria enxergar diferença nessas mesmas e chatas pedras que alicerçam a parede dessa gruta...      Conservar consigo as roupas de seu povo de origem era como questão de honra para o cavaleiro. Aquilo unia para ele tanto proteção quanto símbo...