Fenda da morte.
— (...) E então, apressastes a viajar? Vamos... porque a pressa? É lindo o ocaso aqui por estas terras — e o cavaleiro falava aproximando-se lentamente do homem. Estava a pé, e o ritmo de suas passadas era coordenado aos ecos de sua armadura de prata contra o chão. Olhou bem para a face do estrangeiro, e disse: — Espero que tenhais aproveitado vossa estadia em nosso castelo. E parabéns por chegar tão longe... intruso! v Léguas o viajante tinha percorrido para chegar até ali. Porém, nem mesmo em sua mais completa ambição (que já lhe era crescente e inevitável ao passo das vitórias e façanhas abarcadas pelo caminho) ousaria atravessar aqueles limites humanos. E os presságios já se notavam à ponte de ingresso: exigira muito de Ásirus ao atravessar aqueles obstáculos, feitos como barricadas de madeira alternando os lados, e bolas de fogo que eram lançadas de longe por catapultas. ...