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Mostrando postagens de agosto, 2025

Aprendendo a conviver. (versão resumo)

     O autor inicia contando uma experiência própria de preparação para concursos, onde tem uma conversa com a inteligência artificial GPT sobre Lei Antitruste. Ele obtém sucesso em sua busca, mas visa tirar a objetividade do fato, comparando a norma com uma situação em que reis medievais se unem para prejudicar outrem, metaforizando assim formação monopólios e cartéis. Vemos que a IA, além de ajudá-lo a compreender tais conceitos, traz reflexões éticas e filosóficas sobre tecnologia e criatividade.      Debate-se, com isso, que estudar em casa exige responsabilidades: com disciplina, o aluno pode buscar conteúdo confiável na internet, escolher ritmo e aprender de formas diferentes. Contrapõe dizendo que aulas presenciais oferecem foco, especialistas para tirar dúvidas na hora, além de quebra de uma certa atenção difusa. Ele engloba tudo ao cenário experenciado na pandemia da COVID-19, e mostra que é possível adaptar a rotina e transformar a c...

Aprendendo a conviver.

     Em meio aos meus afazeres e estudos diários, participei de uma memorável e calorosa discussão com o programa de inteligência artificial GPT (Transformador Pré-Treinado Generativo) sobre Lei Antitruste. O conteúdo é bastante objetivo, mas meu olhar de quem cursou Letras por oito anos (owh, período bom! Gastei e usei bem todo o meu tempo na faculdade) procurou comparar com algo melhor e que faz sentido para mim, do que pura e simplesmente absorver o conhecimento de que essa norma busca evitar abusos de poder econômico, combate monopólios e formação de cartéis, garantindo concorrência justa no mercado.      Ele tem sido um bom professor nessas loucas e, ainda sim otimistas, empreitadas para concursos. Assistindo vídeos na plataforma YouTube.com, policiando mente e cansaço para não desanimar, e ir incrementando as lições com os diversificados saberes e a vasta enciclopédia virtual da IA, acho que estou no caminho para um futuro belo e mais tr...

Hope - Passageiros do voo 2021.

 Um achado que encontrei entre meus escritos antigos! É um texto velho, mais resolvi publicá-lo pois me refiro a ele em um atual que também estou a redigir. Vamos ver no que vai dar.                                                                                                                                                                 ----      Tenho me perguntado quantos dias eu vivi nesse ano de 2020. Se isto fosse um conjunto de letras e não de números estaríamos passando por quase um palíndromo, ou um grandioso momento epifânico, inevitável e necessário...

Os portões da academia

     (...) E então, o corpo de mais um dragão tombou ao chão, fazendo respingar as poças d’água meio-turva que lá se espalhavam pelo lodaçal. O cenário contrastava uma beleza agradável ao olhar com a decadência realista daquele mundo sombrio: o palco atual era aberto, com árvores ao Sul e rodeado por vegetação verde; mas, ao mesmo tempo, viam-se paredes e antigas construções azuladas em ruínas, como se o lugar há muito tivesse sido abandonado. Para enfim encontrar o tal lugar, o herói sem nome teve de exigir muito de seu cavalo, e com destreza e agilidade saltavam sobre grandes e perigosas plataformas, que em tempos de glória eram colossais e belas pontes. Ainda que ele usasse mapas, e já suspeitasse que o objetivo repousaria bem à frente da geografia mais irregular do terreno, a região era ampla, vasta, e enevoada a fim de atrapalhar e confundir a visão. Vestígios de um passado de prosperidade e sabedoria amontoavam-se por todos os cantos, e, devido ao contexto e ao pass...